Apesar de sempre ficar desconfiado ds intenções das Vênus Platina em digulgar certos tipos de reportagens, esta não dá para ficar em branco...
O Fantástico deste domingo (04/05/2008) vinculou uma material que falava sobre questões relacionadas ao ensino universitário privado. Veja o vídeo abaixo e tire as suas próprias conclusões...
Fabio Maia escreve sobre educação, Ensino da Saúde, Tecnologias aplicadas e Cultura em geral.
Mostrando postagens com marcador Reflexão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reflexão. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, maio 05, 2008
Cantora do Axé recebe Medalha Pedro Ernesto
A Medalha de Mérito Pedro Ernesto, a mais importante comenda do município do Rio de Janeiro, foi oferecida, nesta segunda-feria (05 de maio de 2008), a Ivete Sangalo e ainda de canja ela recebeu o título de cidadã honorária do estado.Como a comenda é ofertada as pessoas que mais se destacam na comunidade brasileira, eu tenho um pergunta que não que calar...
"O que a Ivete tem feito pelo ddesenvolvimento da sociedade brasileira?"
Alguém pode me ajudar?
sexta-feira, janeiro 12, 2007
Tu és responsável pela rosa...

E foi então que apareceu a raposa:
- Boa dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.
- Ah! desculpa, disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- Que quer dizer "cativar"?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer "cativar"?
- Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que fazem. Tu procuras galinhas?
- Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
- Começo a compreender, disse o principezinho. Existe uma flor... eu creio que ela me cativou...
- É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra...
- Oh! não foi na Terra, disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
- Num outro planeta?
- Sim.
- Há caçadores nesse planeta?
- Não.
- Que bom! E galinhas?
- Também não.
- Nada é perfeito, suspirou a raposa.
Mas a raposa voltou à sua idéia.
- Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra.
O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
- Por favor... cativa-me! disse ela.
- Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
- Que é preciso fazer? perguntou o principezinho.
- É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...
No dia seguinte o principezinho voltou.
- Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração... É preciso ritos.
- Que é um rito? perguntou o principezinho.
- É uma coisa muito esquecida também, disse a raposa. É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, possuem um rito. Dançam na quinta-feira com as moças da aldeia. A quinta-feira então é o dia maravilhoso! Vou passear até a vinha. Se os caçadores dançassem qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu não teria férias!
Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
- Ah! Eu vou chorar.
- A culpa é tua, disse o principezinho, eu não queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...
- Quis, disse a raposa.
- Mas tu vais chorar! disse o principezinho.
- Vou, disse a raposa.
- Então, não sais lucrando nada!
- Eu lucro, disse a raposa, por causa da cor do trigo.
Depois ela acrescentou:
- Vai rever as rosas. Tu compreenderás que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te farei presente de um segredo.
Foi o principezinho rever as rosas:
- Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela um amigo. Ela á agora única no mundo.
E as rosas estavam desapontadas.
- Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o pára-vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.
E voltou, então, à raposa:
- Adeus, disse ele...
- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...
- Eu sou responsável pela minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar".
SAINT-EXUPÉRY, Antoine de. Pequeno Príncipe, Capítulo XXI.
segunda-feira, novembro 13, 2006
Por que tenho que aceitar isso?
Neste Domingo, completei o meu circuito de filme brasileiros “O Ano que meus pais saíram de férias”. Me aventurei em assistir o filme no Cinemark do Carioca Shopping. Parecia que tudo seria perfeito: pouca fila; comprei o ingresso na sessão que eu queria; consegui pipoca quentinha e sentei numa fileria ótima. Mas, de repente entra na sala um grupo de 8 adolescentes falando alto e na maior agitação. Pensei: “Isso não vai prestar!”. Entretanto, aguardei calmamente o desenrolar dos acontecimentos.
O filme começou e, apesar de todos pedirem silêncio, as adolescentes não calavam a boca. Perdir a minha pouca paciência e fui reclamar com um funcionário do cinema. Esse me atendeu prontamente e graças a sua intervenção consegui assistir o filme na maior paz e tranquilidade.
Depois deste filme, ficaram algumas questões:
O filme começou e, apesar de todos pedirem silêncio, as adolescentes não calavam a boca. Perdir a minha pouca paciência e fui reclamar com um funcionário do cinema. Esse me atendeu prontamente e graças a sua intervenção consegui assistir o filme na maior paz e tranquilidade.
Depois deste filme, ficaram algumas questões:
- O que leva um grupo de adolescente pagar para assistir um filme e se comportar com se estivesse em um show do grupo Rebeldes?
- Por que mesmo tendo pago o absurdo de R$ 14,00 para assitir um filme, as pessoas aceitam uma situação dessa?
segunda-feira, outubro 23, 2006
Não sabia que tinha a veia poética
Paradas e Retornos
por Fabio Maia
Existem perdas e ganhos.
Existem novos caminhos
A serem trilhados e
Novos horizontes
A serem alcançados.
Na estrada
existem vários caminhos:
Curvas,
Paradas,
Retornos e atalhos.
Na inda e vindas dos carros,
Eu me sinto só,
Indeciso!
Qual caminho devo tomar?
por Fabio Maia
Existem perdas e ganhos.
Existem novos caminhos
A serem trilhados e
Novos horizontes
A serem alcançados.
Na estrada
existem vários caminhos:
Curvas,
Paradas,
Retornos e atalhos.
Na inda e vindas dos carros,
Eu me sinto só,
Indeciso!
Qual caminho devo tomar?
Assinar:
Postagens (Atom)